3ª e 4ª Classes
1. 0,4 é o mesmo que:
A. quatro
B. quatro décimos
C. quatro centésimos
D. um quarto
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2. O Mário usa cinco tomates para produzir meio litro de caldo de tomate. Que quantidade de caldo pode ele produzir com 15 tomates?
A. Um litro e meio
B. Dois litros
C. Dois litros e meio
D. Três litros
Resposta: A
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3. Há 54 azulejos distribuídos em 6 sacos, por forma a que o mesmo número de azulejos esteja em cada saco. Quantos azulejos estariam contidos em dois sacos?
A. 108 azulejos
B. 18 azulejos
C. 15 azulejos
D. 12 azulejos
E. 9 azulejos
Resposta: B
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4. A Julie colocou numa caixa uma concha de 96,4 centímetros de comprimento. A caixa tem 33,2 centímetros de comprimento. Qual é a caixa mais comprida em que ela poderia colocar o resto da concha? Demonstre todo o seu trabalho.
Resposta: ______________
Resposta: 63,2
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5. Uma professora corrige 10 provas dos seus alunos em cada trinta minutos. Ela leva uma hora e meia para corrigir todas as provas. Quantos alunos têm a sua turma?
Resposta: _______________
Resposta: 30
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6. A turma da Juanita tem 10 raparigas e 20 rapazes. A Juanita disse que há uma rapariga para cada dois rapazes. A sua amiga Amanda disse que isso significava que 1/2 de todos os alunos na turma era constituída por raparigas.
Quantos alunos tem a turma da Juanita?
Resposta: __________________
A Juanita tem razão? Resposta: _____________
Use palavras ou imagem para explicar porquê.
A Amanda tem razão? Resposta: ____________
Resposta: Sim, 20 é duas vezes mais do que 10 ou 10 é metade de 20.
Resposta: 10 não é metade de 30.
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7. Escreva uma fracção que seja maior do que 2/7.
Resposta: _________________
Resposta: Uma fracção com numerador maior do que 2 e denominador igual a 7. Uma fracção com numerador igual a 2 e denominador menor do que 7 - 3/8
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8. A Maria e sua irmã Louisa saem da casa ao mesmo tempo e montam as suas bicicletas para a escola, que dista 9 quilómetros.
A Maria monta a uma velocidade de 3 quilómetros em 10 minutos. Quanto tempo leva ela para chegar à escola?
Resposta: ___________
A Louisa monta 1 quilómetro por 3 minutos. Quanto tempo leva ela para chegar à escola?
Resposta: ___________
Quem chega primeiro à escola?
Resposta: _____________
Resposta: 30
Resposta: 27
Resposta: Louisa
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7ª e 8ª Classes
1. Dois grupos de turistas possuem 60 pessoas cada. Se ¾ do primeiro grupo e 2/3 do segundo grupo apanham autocarro para um museu, quantas pessoas mais do primeiro grupo apanham autocarro do que do segundo grupo?
A. 2
B. 4
C. 5
D. 40
E. 45
Resposta: C
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2. Num concurso de lançamento de disco, o lançamento vencedor foi de 61,60 m. O segundo lugar foi de 59,72 m. Em quanto é que o lançamento vencedor foi mais longo do que o do segundo lugar?
A. 1,18m
B. 1,88m
C. 1,98m
D. 2,18m
Resposta: B
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3. Escreva uma fracção que seja maior do que 2/7.
Resposta: _____________
Resposta: Uma fracção com um numerador maior que 2 e um denominador igual a 7.
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4. Divida 8/35 por 4/15 =
Resposta: ______________
Resposta: 33761
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5. Divida 24,56 por 0,004
A. 0,614
B. 6,14
C. 61,4
D. 614
E. 6140
Resposta: E
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6. Um Químico mistura 3,75 mililitro de solução A com 5,625 mililitros de solução B para formar uma nova solução. Quantos mililitros é que a nova solução contém?
Resposta: ______________
Resposta: 9,375
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7. No ano passado haviam 1172 alunos na Escola Secundária de Beaton. Este ano há 15 por cento mais do que o ano passado. Quantos alunos é que a Escola Secundária de Beaton tem aproximadamente este ano?
A. 1800
B. 1600
C. 1500
D. 1400
E. 1200
Resposta: D
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8. 3/4 + 8/3 + 11/8 =
A. 22/15
B. 43/24
C. 91/24
D. 115/24
Resposta: D
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9. Que número é quinhentos e quatro e sete décimos?
A. 54,7
B. 504,7
C. 547
D. 5004,7
Resposta: B
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10. Qual é o valor de 2/3 - 1/4 - 1/12?
A. 1/16
B. 1/3
C. 3/8
D. 5/12
E. 1/2
Resposta: B
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11. Qual é o maior número?
A. 4/5
B. 3/5
C. 5/8
D. 7/10
Resposta: A
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12. Multiplique 0,203 por 0,56 =
Resposta: ____________
Resposta: 0,11368
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13. Um jornal reportou que cerca de 18.200 árvores tinham sido plantadas no parque. O número foi arredondado para a centena mais próxima. Qual dos seguintes é que teria sido o número realmente plantado?
A. 18.043
B. 18.189
C. 18.289
D. 18.328
Resposta: B
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14. Em que lista de fracções são todas elas equivalentes?
A. 3/4, 6/8, 12/14
B. 3/5, 5/7, 9/15
C. 3/8, 6/16, 12/32
D. 5/10, 10/15, 1/2
Resposta: C
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15. Han tinha um saco de azulejos. Deu metade deles a James, e depois um terço a Pat. Nessa altura ela ainda mantinha 6 azulejos. Quantos azulejos tinha ela inicialmente?
A. 18
B. 24
C. 30
D. 36
Resposta: A
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16. Um carro tem a capacidade de levar 35 L de combustível. O carro consome 7,5 L em cada 100 Km de percurso. Uma viagem de 250 Km foi iniciada com o tanque cheio. Que quantidade de combustível restou no tanque no fim da viagem?
A. 16,65 L
B. 17,65 L
C. 18,75 L
D. 23,75 L
Resposta: A
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17. Se o preço de uma lata de ervilhas for aumentado de 60 para 75 céntimos, qual é o aumento percentual do preço?
A. 15%
B. 20%
C. 25%
D. 30%
Resposta: C
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18. Qual dos seguintes números é 89.0638 arredondado ao centímetro mais próximo?
A. 100
B. 90
C. 89,1
D. 89,06
E. 89,064
Resposta: D
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19. O Luis corre 5 Kms por dia. A distância que ele percorre é de 1/4 Km. Quantas vezes ele percorre a mesma distância por dia?
Resposta: _____________
Resposta: 20
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20. O jardim do Mark tem 84 filas de alface. Cada fila tem 57 pés de alface. Qual das seguintes é a MELHOR forma para calcular quantos pés de alface existem ao todo?
A. 100 vezes 50 = 5000
B. 90 vezes 60 = 5400
C. 80 vezes 60 = 4800
D. 80 vezes 50 = 4000
Resposta: C
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21. O coração de uma pessoa bate 72 vezes por minuto. A este rítmo, cerca de quantas vezes é que bate numa hora?
A. 420.000
B. 42.000
C. 4.200
D. 420
Resposta: C
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22. Janis, Maija e a mãe estavam a comer um bolo. Janis comeu 1/2 do bolo. Maija comeu 1/4 do bolo. A mãe comeu 1/4 do bolo. Que parte do bolo restou?
A. ¾
B. ½
C. ¼
D. Nenhuma
Resposta: D
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23. Escreva 0,28 como uma fracção reduzida aos seus termos mais baixos:
Resposta: _____________
Resposta: 7/25
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24. A família Smith consome cerca de 6000 L de água por semana. Quantos litros de água é que consomem, aproximadamente, por ano?
A. 30.000
B. 240.000
C. 300.000
D. 2.400.00
E. 3.000.000
Resposta: C
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25. Qual das listas apresenta os números do mais pequeno ao mais alto?
A. 0,345, 0,19, 0,8, 1/5
B. 0,19, 1/5, 0,345, 0,8
C. 0,5, 0,19, 1/5, 0,345
D. 1/5, 0,8, 0,345, 0,19
Resposta: B
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26. 3/4 + (2/3 vezes 1/4) =
A. 8
B. 5/16
C. 17/48
D. 5/6
E. 11/12
Resposta: E
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27. Subtraia: 2,201 - 0,753 =
A. 1.448
B. 1.458
C. 1.548
D. 1.558
Resposta: A
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28. Uma resma de 200 folhas de papel idênticas tem a espessura de 2,5 cm. Qual é a espessura de uma folha de papel?
A. 0,008 cm
B. 0,0125 cm
C. 0,05 cm
D. 0,08 cm
Resposta: B
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29. Subtraia: 6000 - 2369 =
A. 4369
B. 3742
C. 3631
D. 3531
Resposta: C
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30. O Sr. Lewis tinha 360 $, dos quais gastou 7/9. Quanto dinheiro teve ele de sobra?
Resposta: ____________
Resposta: 80
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31. A Teresa quer gravar 5 canções em cassete. O tempo de cada canção é apresentado no quadro que se segue:
Canção Tempo
1 2 minutos e 41 segundos
2 3 minutos e 10 segundos
3 2 minutos e 51 segundos
4 3 minutos
5 3 minutos e 32 segundos
CALCULE ao minuto mais aproximado o tempo total das cinco canções, e explique o seu cálculo.
Cálculo: _______________
Explicação:
Resposta: 15 minutos, arredondando cada tempo a minutos inteiros
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32. Arredondado ao mais próximo de 10 kg, o peso de um golfinho foi calculado em 170 kg. Escreva o peso real que poderá ter tido o golfinho
Resposta: _____________
Resposta: Um número entre 165 e 170.
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1. O quadro apresenta os valores de x e de y onde x é proporcional a y.
x 3 6 P
y 7 Q 35
Quais são os valores de P e Q?
A. P = 14 e Q = 31
B. P = 10 e Q = 14
C. P = 10 e Q = 31
D. P = 14 e Q = 15
E. P = 15 e Q = 14
Resposta: E
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2. Uma turma tem 28 alunos. O rácio de raparigas ao de rapazes é de 4:3. Quantas raparigas estão na turma?
Resposta: _________________
Resposta: 16
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3. Numa turma três quintos são constituídos por raparigas. Se 5 raparigas e 5 rapazes forem acrescentados à turma, qual é a afirmação correcta?
A. Há mais raparigas do que rapazes
B. O número de raparigas e de rapazes é o mesmo
C. Há mais rapazes do que raparigas
D. Não se pode determinar, a partir da informação dada
Resposta: A
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4. Peter comprou 70 artigos e Sue comprou 90. Cada artigo custa o mesmo e todos custaram 800 $. Quanto mais pagou a Sue?
Resposta: Sue pagou _______________
Resposta: 450
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5. Para misturar uma determinada cor de tinta, Alana combinou 5 litros de tinta vermelha, 2 litros de tinta azul e 2 litros de tinta amarela. Qual é o rácio de tinta vermelha à quantidade total de tintas?
A. 5/2
B. 9/4
C. 5/4
D. 5/9
Resposta: D
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sábado, 29 de setembro de 2007
sábado, 25 de agosto de 2007
TEMAS DAS AULAS 1
Escola Municipal Professor: Motta Sobrinho
Professor:Alexandre Antunes
Quinto Ano de Escolaridade
Atividade Avaliativa de Língua portuguesa
Treino Ortográfico: frases
1-Justiça aceita acusações contra mensaleiros.
2-Eles agiam no submundo do crime
3-Mensaleiros agiam no submundo do crime.
4-Meu vizinho tem pavio curto por isso se meteu em confusão.
5-Vim da Lagoa e os sinais de lá estão todos com defeito.
6-Aquele deputado famoso foi cassado.
7-Realmente o governador não e milagreiro.
8-Nosso estado esta numa vergonhosa situação econômica.
9-Muitos professores estaduais estão se manifestando contra o reajuste dado pelo estado.
10-Prefeitura vai licenciar novas construções na Rocinha.
2- Copie as frases abaixo substituindo as palavras grifadas pelos antônimos abaixo:
Muito,duro,presos,aberta,certeza,
a-Hoje a merenda esta uma delicia.O pão macio,a carne mole e o suco gelado.
b-Acho que Horacio saiu pois a porta esta fechada.
c- Estou em duvida,Será que e com s ou com z?
d- Gosto de ver os pássaros voando livres no céu.
e - Trabalho muito e ganho pouco.

Historia.
GUERRA DO PARAGUAI
A Guerra do Paraguai foi o maior e mais sangrento conflito armado internacional ocorrido no continente americano. Estendeu-se de dezembro de 1864 a março de 1870. É também chamada Guerra da Tríplice Aliança. Brasil, Argentina e Uruguai, aliados, derrotaram o Paraguai após cinco anos de lutas durante os quais o Brasil enviou mais de 160 mil homens à guerra. Algo em torno 50 mil não voltaram. Alguns autores asseveram que as mortes no caso do Brasil podem ter alcançado 60 mil se forem incluídos civis, principalmente na então Província do Rio Grande do Sul e na de Mato Grosso. As perdas humanas sofridas pelo Paraguai são calculadas em 300 mil pessoas, entre civis e militares, mortos em decorrência dos combates, das epidemias que se alastraram durante a guerra e da fome. Os outros dois envolvidos no conflito, Argentina e Uruguai, sofreram perdas proporcionalmente pesadas — mais de 50% de suas tropas faleceram durante a guerra — apesar de, em números absolutos, serem menos significativas. O Paraguai, antes da guerra, atravessava uma fase marcada por grandes investimentos econômicos em áreas específicas. A derrota marcou uma reviravolta decisiva na história do país, desde então um dos menos desenvolvidos da América do Sul.
Antecedentes da Guerra
O Paraguai Antes da Guerra
Durante anos a historiografia considerou que nos governos de José Gaspar Rodríguez de Francia (1813–1840) e de Carlos Antonio López (1841–1862), o Paraguai teve um desenvolvimento bastante original em relação ao dos outros países sul-americanos. Essa tese afirmava que a política de Francia e de Carlos López foi sempre a de incentivar um desenvolvimento econômico auto-suficiente, graças ao isolamento imposto pelos países vizinhos. Nos últimos anos tal visão tem sido abandonada em virtude de investigações profundas de autores como Francisco Doratioto e Ricardo Salles.
O regime de Francisco Solano López caracterizava-se por um centralismo total sem qualquer espaço para o surgimento de uma verdadeira sociedade civil. Não havia distinção entre o público e o privado e a família López governava o país como se de uma grande propriedade se tratasse.
O governo controlava todo o comércio exterior. O mate, o fumo e as madeiras raras exportados mantinham a balança comercial com saldo. O Paraguai nunca fizera empréstimo no exterior e adotava uma política protecionista, isto é, de evitar a entrada de produtos estrangeiros, por meio de impostos elevados. Francisco Solano López, filho de Carlos Antonio López, substituiu o pai no governo em 1862, e deu prosseguimento à política de seus antecessores.
Mais de 200 técnicos estrangeiros, contratados pelo governo, trabalhavam na instalação do telégrafo e de estradas de ferro e na assistência às indústrias siderúrgicas, têxteis, de papel, tinta, construção naval e pólvora. A fundição de Ibicuí, instalada em 1850, fabricava canhões, morteiros e balas de todos os calibres. Nos estaleiros de Assunção, construíam-se navios de guerra.
O crescimento econômico exigia contatos com o mercado internacional, mas o Paraguai não tem litoral. Seus portos eram fluviais (de rios) e seus navios tinham que descer o rio Paraguai e depois o Paraná para chegar ao estuário do rio da Prata e, daí, ao oceano. O governo de Solano López elaborou um projeto para obter um porto no Atlântico. Pretendia criar o chamado Paraguai Maior, com a inclusão de uma faixa do território brasileiro que ligasse o Paraguai ao litoral.
Para sustentar suas intenções expansionistas, López começou a preparar-se militarmente. Incentivou a indústria de guerra, mobilizou grande quantidade de homens para o exército (o serviço militar obrigatório já existia no Paraguai), submetendo-os a treinamento militar intensivo, e construiu fortalezas na entrada do rio Paraguai.
No plano diplomático, procurou aliar-se, no Uruguai, ao partido dos blancos, que se encontrava no poder, adversário dos colorados, que eram aliados do Brasil e da Argentina.
Perguntas:
a- Como você definiria a guerra do Paraguai?
b-De quanto tempo foi sua duração?
c- Diga com suas palavras como era o regime político do Paraguai na época da guerra com o Brasil?
d- Que produtos o Paraguai na época exportava?
e- Como são os portos do Paraguai?
f- A contratação de 200 técnicos, pelo governo do Paraguai na época foi para melhorar sua industria?

Português:
Produza um texto, sobre uma manchete de jornal que você gostaria de ler um dia -15 linhas
Família de palavras:
Veja o exemplo ao lado:estudante=estudo, estudioso e estudar.
Agora complete sozinho:
Faminto=
Rapaz= medo= subir= mato= casa= doença=
Escreva os números por extenso:
3.717=
66.616=
155.313=

Região Nordeste:
História
Ver artigo principal: História da Região Nordeste do Brasil

Engenho de cana-de-açúcar.
O Nordeste foi primordialmente habitado pelos homens da Pré-História, posteriormente pelos índios, que antes da colonização ajudavam os europeus na extração do pau-brasil em troca de especiarias, era o escambo; mas foi durante o período de colonização que eles foram sendo incorporados ao domínio europeu ou eliminados, devido as constantes "batalhas" contra os senhores de engenhos.
A região foi o palco do descobrimento (termo utilizado para se referir ao início do processo de colonização do Brasil), os primeiros colonizadores foram os portugueses que chegaram no dia 22 de abril de 1500, ao comando de Pedro Álvares Cabral, na atual cidade de Porto Seguro, no estado da Bahia.
Foi no litoral nordestino que se deu início a primeira atividade econômica do país, a extração do pau-brasil. Países como a França, que não concordavam com o Tratado de Tordesilhas, realizavam constantes ataques ao litoral com o objetivo de roubar aquela madeira tão apreciada na Europa.

O Pelourinho, em Salvador, Bahia.
Durante o período colonial, no século XVI, a resistência quilombola se iniciou no Brasil, com a fuga de escravos para o Quilombo dos Palmares, na região da Serra da Barriga, atual território de Alagoas, nos vários mocambos palmarinos chegaram a reunir-se mais de 20 mil pessoas. Mas somente em 1694 é que o Macaco, "capital" de Palmares, foi finalmente tomado e destruído, depois de intensa perseguição, Zumbi dos Palmares foi finalmente capturado e teve sua cabeça degolada e exposta em praça pública no Recife.
A cidade de Salvador foi a primeira sede do governo-geral no Brasil, pois estava, estrategicamente, localizada em um ponto médio do litoral. O governo-geral foi uma tentativa de centralização do poder para auxiliar as capitanias, que estavam passando por um momento de crise. A atividade açucareira é até hoje a principal atividade agrícola da região.
[editar] Migração nordestina
Ver artigo principal: Migração nordestina

Cena comum no interior do Nordeste brasileiro, nordestinos fugindo da seca.
Devido à enorme desigualdade de renda, à grande concentração fundiária e ao problema da seca no Sertão Nordestino (agravado pela chamada "indústria da seca", que beneficia políticos e latifundiários em detrimento das massas), o Nordeste foi durante muito tempo e especialmente na segunda metade do século XX uma região de forte repulsão populacional. Devido à grande oferta de empregos em outras regiões do Brasil, principalmente nas décadas de 60, 70 e 80, a emigração nordestina tem sido destaque na dinâmica populacional brasileira, em especial na Sudeste.
Na década de 90, entretanto, devido às crises econômicas e à saturação dos mercados de várias grandes cidades, a oferta de empregos diminuiu, a qualidade da educação piorou e a renda continuou mal distribuída, fazendo com que a maioria dos nordestinos que haviam migrado, fugindo da miséria, e seus descendentes continuassem com estrutura de vida precária. Por causa da visão espelhada nas décadas anteriores, o falso ideal imaginário que se formou em relação à região Sudeste é da promessa de uma qualidade de vida melhor, de fácil oportunidade de emprego, salários mais altos, entre outros; iludido por esse sonho, quando um nordestino migra para o Sudeste em busca de uma melhoria na qualidade de vida, normalmente acaba encontrando o contrário, além de sofrer, não raro, preconceito social no dia-a-dia.
Nos últimos anos, o movimento tradicional de emigração tem reduzido ou até invertido na Região Nordeste. Segundo o estudo "Nova geoeconomia do emprego no Brasil", da Universidade de Campinas (Unicamp), os Estados do Ceará, Paraíba, Sergipe e Rio Grande do Norte receberam mais imigrantes entre 1999 e 2004 do que enviaram emigrantes para outras regiões. O Estado da Paraíba, segundo a mesma pesquisa, foi o exemplo mais radical da transformação por que têm passado os padrões migratórios na região: inverteu o padrão migratório do saldo negativo de 61 mil pessoas para o saldo positivo de 45 mil. Em todos os outros Estados que continuam a contar com um saldo migratório negativo, o número de emigrantes diminuiu sensivelmente no mesmo período analisado: no Maranhão, diminuiu de 173 mil para 77 mil; em Pernambuco, de 115 mil para 24 mil; e na Bahia, de 267 mil para 84 mil. Os estudiosos, em geral, concordam que os movimentos migratórios continuam intensos, sendo que não mais se dirigem quase que exclusivamente à Região Sudeste, mas sim se concentram em direção às metrópoles nacionais nordestinas, como Fortaleza, Salvador e Recife.
[editar] Geografia
Ver artigo principal: Geografia da Região Nordeste do Brasil

Estados do Nordeste (em sentido horário):
1 • Maranhão, 2 • Piauí, 3 • Ceará, 4 • Rio Grande do Norte, 5 • Paraíba, 6 • Pernambuco, 7 • Alagoas, 8 • Sergipe e 9 • Bahia
A área do Nordeste brasileiro é de aproximadamente 1.558.196 km², equivalente a 18% do território nacional e é a região que possui a maior costa litorânea. Um fato interessante é que a região possui os estados com a maior e a menor costa litorânea, respectivamente Bahia, com 932 km de litoral e Piauí, com 60 km de litoral. A região toda possui 3.338 km de praias.
Está situado entre os paralelos de 01° 02' 30" de latitude norte e 18° 20' 07" de latitude sul e entre os meridianos de 34° 47' 30" e 48° 45' 24" a oeste do meridiano de Greenwich. Limita-se a norte e a leste com o Oceano Atlântico; ao sul com os estados de Minas Gerais e Espírito Santo e a oeste com os estados do Pará, Tocantins e Goiás.
[editar] Relevo
Uma das características importantes do relevo nordestino é a existência de dois antigos e extensos planaltos, o Borborema e a Bacia do Rio Parnaíba e de algumas áreas altas e planas que formam as chamadas chapadas, como a Diamantina e a Araripe.

Vista do morro Pai Inácio, Chapada Diamantina/BA.
Entre essas regiões ficam algumas depressões, nas quais está localizado o sertão, que é uma região de clima semi-árido.
Segundo o professor Jurandyr Ross, que com sua equipe compilou informações do Projeto Radam (Radar da Amazônia) e mostrou uma divisão do relevo brasileiro mais rica e subdivida em 28 unidades, no Nordeste ficam localizados os já citados Planalto da Borborema e Planaltos e Chapadas da Bacia do Rio Parnaíba, a Depressão Sertaneja e do São Francisco e parte dos Planaltos e Serras do Atlântico-Leste-Sudeste, além das Planícies e Tabuleiros Litorâneos.
[editar] Clima

Praia de Boa Viagem - Recife.
A região Nordeste do Brasil, apresenta temperaturas elevadas cuja média anual varia de 20° a 28°C. Nas áreas situadas acima de 200 metros e no litoral oriental as temperaturas variam de 24° a 26°C. As médias anuais inferiores a 20°C encontram-se nas áreas mais elevadas da Chapada Diamantina e do Planalto da Borborema. O índice de precipitação anual varia de 300 a 2.000 mm. Três dos quatro tipos de climas que existem no Brasil estão presentes no Nordeste, são eles:
Clima Equatorial Úmido: presente em uma pequena parte do estado do Maranhão, na divisa com o Pará;
Clima Litorâneo Úmido: presente do litoral da Bahia ao do Rio Grande do Norte;
Clima Tropical: presente nos estados da Bahia, Ceará, Maranhão e Piauí;
Clima Tropical Semi-árido: presente em todo o sertão nordestino.
[editar] Vegetação

A caatinga, vegetação típica do Sertão nordestino.
A vegetação nordestina é bastante rica e diversificada, vai desde a Mata Atlântica no litoral à Mata dos Cocais no Meio-Norte, ecossistemas como os manguezais, a caatinga, o cerrado, as restingas, dentre outros, possuem fauna e flora exuberantes, diversas espécies endêmicas, uma boa parte da vida no planeta e animais ameaçados de extinção.
Mata Atlântica: também chamada de Floresta tropical úmida de encosta, a mata atlântica estendia-se originalmente do Rio Grande do Norte até o Rio Grande do Sul, em conseqüência dos desmatamentos, que ocorreram em função, principalmente, da indústria açucareira, hoje só resta cerca de 5% da vegetação original, dispersas em "ilhas". Foi na mata atlântica nordestina que começou o processo de extração do pau-brasil.
Mata dos Cocais: formação vegetal de transição entre os climas semi-árido, equatorial e tropical. As espécies principais são o babaçu e a carnaúba, os estados abrangidos por esse tipo de vegetação são o Maranhão, o Piauí, o Rio Grande do Norte, parte do Ceará e o Tocantins na Região Norte. Representa menos de 3% da área do Brasil.
Cerrado: ocupa 25% do território brasileiro, mas no Nordeste só abrange o sul do estado do Maranhão e o oeste da Bahia. Apresenta árvores de baixo porte, com galhos retorcidos, no chão é coberto por gramíneas e apresenta um solo de alta acidez.

Carnaúbas em Quixeré/CE, aquela que é uma das espécies mais importantes da Mata dos Cocais.
Caatinga: vegetação típica do sertão, suas principais espécies são o pereiro, a aroeira, o aveloz e as cactáceas. É uma formação de vegetais xerófitos (vegetais de regiões secas), mas é muito rica ecologicamente.
Vegetação Litorânea e Matas Ciliares: por último, mas não menos importante. Na categoria de vegetação litorânea podemos incluir os mangues, que é um riquíssimo ecossistema, local de moradia e reprodução dos caranguejos e importante para a preservação de rios, lagoas; também podemos incluir as restingas e as dunas que são cenários bem conhecidos do Nordeste; Já as matas ciliares ou matas-galerias são comuns em regiões de cerrados, mas também podem ser vistas na Zona da Mata, são pequenas florestas que acompanham as margens dos rios, onde existe maior concentração de materiais orgânicos no solo, funcionam como uma proteção para os rios e mares.
Uma nota elaborar as perguntas por tópicos de acordo com a turma:
Professor:Alexandre Antunes
Quinto Ano de Escolaridade
Atividade Avaliativa de Língua portuguesa
Treino Ortográfico: frases
1-Justiça aceita acusações contra mensaleiros.
2-Eles agiam no submundo do crime
3-Mensaleiros agiam no submundo do crime.
4-Meu vizinho tem pavio curto por isso se meteu em confusão.
5-Vim da Lagoa e os sinais de lá estão todos com defeito.
6-Aquele deputado famoso foi cassado.
7-Realmente o governador não e milagreiro.
8-Nosso estado esta numa vergonhosa situação econômica.
9-Muitos professores estaduais estão se manifestando contra o reajuste dado pelo estado.
10-Prefeitura vai licenciar novas construções na Rocinha.
2- Copie as frases abaixo substituindo as palavras grifadas pelos antônimos abaixo:
Muito,duro,presos,aberta,certeza,
a-Hoje a merenda esta uma delicia.O pão macio,a carne mole e o suco gelado.
b-Acho que Horacio saiu pois a porta esta fechada.
c- Estou em duvida,Será que e com s ou com z?
d- Gosto de ver os pássaros voando livres no céu.
e - Trabalho muito e ganho pouco.

Historia.
GUERRA DO PARAGUAI
A Guerra do Paraguai foi o maior e mais sangrento conflito armado internacional ocorrido no continente americano. Estendeu-se de dezembro de 1864 a março de 1870. É também chamada Guerra da Tríplice Aliança. Brasil, Argentina e Uruguai, aliados, derrotaram o Paraguai após cinco anos de lutas durante os quais o Brasil enviou mais de 160 mil homens à guerra. Algo em torno 50 mil não voltaram. Alguns autores asseveram que as mortes no caso do Brasil podem ter alcançado 60 mil se forem incluídos civis, principalmente na então Província do Rio Grande do Sul e na de Mato Grosso. As perdas humanas sofridas pelo Paraguai são calculadas em 300 mil pessoas, entre civis e militares, mortos em decorrência dos combates, das epidemias que se alastraram durante a guerra e da fome. Os outros dois envolvidos no conflito, Argentina e Uruguai, sofreram perdas proporcionalmente pesadas — mais de 50% de suas tropas faleceram durante a guerra — apesar de, em números absolutos, serem menos significativas. O Paraguai, antes da guerra, atravessava uma fase marcada por grandes investimentos econômicos em áreas específicas. A derrota marcou uma reviravolta decisiva na história do país, desde então um dos menos desenvolvidos da América do Sul.
Antecedentes da Guerra
O Paraguai Antes da Guerra
Durante anos a historiografia considerou que nos governos de José Gaspar Rodríguez de Francia (1813–1840) e de Carlos Antonio López (1841–1862), o Paraguai teve um desenvolvimento bastante original em relação ao dos outros países sul-americanos. Essa tese afirmava que a política de Francia e de Carlos López foi sempre a de incentivar um desenvolvimento econômico auto-suficiente, graças ao isolamento imposto pelos países vizinhos. Nos últimos anos tal visão tem sido abandonada em virtude de investigações profundas de autores como Francisco Doratioto e Ricardo Salles.
O regime de Francisco Solano López caracterizava-se por um centralismo total sem qualquer espaço para o surgimento de uma verdadeira sociedade civil. Não havia distinção entre o público e o privado e a família López governava o país como se de uma grande propriedade se tratasse.
O governo controlava todo o comércio exterior. O mate, o fumo e as madeiras raras exportados mantinham a balança comercial com saldo. O Paraguai nunca fizera empréstimo no exterior e adotava uma política protecionista, isto é, de evitar a entrada de produtos estrangeiros, por meio de impostos elevados. Francisco Solano López, filho de Carlos Antonio López, substituiu o pai no governo em 1862, e deu prosseguimento à política de seus antecessores.
Mais de 200 técnicos estrangeiros, contratados pelo governo, trabalhavam na instalação do telégrafo e de estradas de ferro e na assistência às indústrias siderúrgicas, têxteis, de papel, tinta, construção naval e pólvora. A fundição de Ibicuí, instalada em 1850, fabricava canhões, morteiros e balas de todos os calibres. Nos estaleiros de Assunção, construíam-se navios de guerra.
O crescimento econômico exigia contatos com o mercado internacional, mas o Paraguai não tem litoral. Seus portos eram fluviais (de rios) e seus navios tinham que descer o rio Paraguai e depois o Paraná para chegar ao estuário do rio da Prata e, daí, ao oceano. O governo de Solano López elaborou um projeto para obter um porto no Atlântico. Pretendia criar o chamado Paraguai Maior, com a inclusão de uma faixa do território brasileiro que ligasse o Paraguai ao litoral.
Para sustentar suas intenções expansionistas, López começou a preparar-se militarmente. Incentivou a indústria de guerra, mobilizou grande quantidade de homens para o exército (o serviço militar obrigatório já existia no Paraguai), submetendo-os a treinamento militar intensivo, e construiu fortalezas na entrada do rio Paraguai.
No plano diplomático, procurou aliar-se, no Uruguai, ao partido dos blancos, que se encontrava no poder, adversário dos colorados, que eram aliados do Brasil e da Argentina.
Perguntas:
a- Como você definiria a guerra do Paraguai?
b-De quanto tempo foi sua duração?
c- Diga com suas palavras como era o regime político do Paraguai na época da guerra com o Brasil?
d- Que produtos o Paraguai na época exportava?
e- Como são os portos do Paraguai?
f- A contratação de 200 técnicos, pelo governo do Paraguai na época foi para melhorar sua industria?

Português:
Produza um texto, sobre uma manchete de jornal que você gostaria de ler um dia -15 linhas
Família de palavras:
Veja o exemplo ao lado:estudante=estudo, estudioso e estudar.
Agora complete sozinho:
Faminto=
Rapaz= medo= subir= mato= casa= doença=
Escreva os números por extenso:
3.717=
66.616=
155.313=

Região Nordeste:
História
Ver artigo principal: História da Região Nordeste do Brasil

Engenho de cana-de-açúcar.
O Nordeste foi primordialmente habitado pelos homens da Pré-História, posteriormente pelos índios, que antes da colonização ajudavam os europeus na extração do pau-brasil em troca de especiarias, era o escambo; mas foi durante o período de colonização que eles foram sendo incorporados ao domínio europeu ou eliminados, devido as constantes "batalhas" contra os senhores de engenhos.
A região foi o palco do descobrimento (termo utilizado para se referir ao início do processo de colonização do Brasil), os primeiros colonizadores foram os portugueses que chegaram no dia 22 de abril de 1500, ao comando de Pedro Álvares Cabral, na atual cidade de Porto Seguro, no estado da Bahia.
Foi no litoral nordestino que se deu início a primeira atividade econômica do país, a extração do pau-brasil. Países como a França, que não concordavam com o Tratado de Tordesilhas, realizavam constantes ataques ao litoral com o objetivo de roubar aquela madeira tão apreciada na Europa.

O Pelourinho, em Salvador, Bahia.
Durante o período colonial, no século XVI, a resistência quilombola se iniciou no Brasil, com a fuga de escravos para o Quilombo dos Palmares, na região da Serra da Barriga, atual território de Alagoas, nos vários mocambos palmarinos chegaram a reunir-se mais de 20 mil pessoas. Mas somente em 1694 é que o Macaco, "capital" de Palmares, foi finalmente tomado e destruído, depois de intensa perseguição, Zumbi dos Palmares foi finalmente capturado e teve sua cabeça degolada e exposta em praça pública no Recife.
A cidade de Salvador foi a primeira sede do governo-geral no Brasil, pois estava, estrategicamente, localizada em um ponto médio do litoral. O governo-geral foi uma tentativa de centralização do poder para auxiliar as capitanias, que estavam passando por um momento de crise. A atividade açucareira é até hoje a principal atividade agrícola da região.
[editar] Migração nordestina
Ver artigo principal: Migração nordestina

Cena comum no interior do Nordeste brasileiro, nordestinos fugindo da seca.
Devido à enorme desigualdade de renda, à grande concentração fundiária e ao problema da seca no Sertão Nordestino (agravado pela chamada "indústria da seca", que beneficia políticos e latifundiários em detrimento das massas), o Nordeste foi durante muito tempo e especialmente na segunda metade do século XX uma região de forte repulsão populacional. Devido à grande oferta de empregos em outras regiões do Brasil, principalmente nas décadas de 60, 70 e 80, a emigração nordestina tem sido destaque na dinâmica populacional brasileira, em especial na Sudeste.
Na década de 90, entretanto, devido às crises econômicas e à saturação dos mercados de várias grandes cidades, a oferta de empregos diminuiu, a qualidade da educação piorou e a renda continuou mal distribuída, fazendo com que a maioria dos nordestinos que haviam migrado, fugindo da miséria, e seus descendentes continuassem com estrutura de vida precária. Por causa da visão espelhada nas décadas anteriores, o falso ideal imaginário que se formou em relação à região Sudeste é da promessa de uma qualidade de vida melhor, de fácil oportunidade de emprego, salários mais altos, entre outros; iludido por esse sonho, quando um nordestino migra para o Sudeste em busca de uma melhoria na qualidade de vida, normalmente acaba encontrando o contrário, além de sofrer, não raro, preconceito social no dia-a-dia.
Nos últimos anos, o movimento tradicional de emigração tem reduzido ou até invertido na Região Nordeste. Segundo o estudo "Nova geoeconomia do emprego no Brasil", da Universidade de Campinas (Unicamp), os Estados do Ceará, Paraíba, Sergipe e Rio Grande do Norte receberam mais imigrantes entre 1999 e 2004 do que enviaram emigrantes para outras regiões. O Estado da Paraíba, segundo a mesma pesquisa, foi o exemplo mais radical da transformação por que têm passado os padrões migratórios na região: inverteu o padrão migratório do saldo negativo de 61 mil pessoas para o saldo positivo de 45 mil. Em todos os outros Estados que continuam a contar com um saldo migratório negativo, o número de emigrantes diminuiu sensivelmente no mesmo período analisado: no Maranhão, diminuiu de 173 mil para 77 mil; em Pernambuco, de 115 mil para 24 mil; e na Bahia, de 267 mil para 84 mil. Os estudiosos, em geral, concordam que os movimentos migratórios continuam intensos, sendo que não mais se dirigem quase que exclusivamente à Região Sudeste, mas sim se concentram em direção às metrópoles nacionais nordestinas, como Fortaleza, Salvador e Recife.
[editar] Geografia
Ver artigo principal: Geografia da Região Nordeste do Brasil

Estados do Nordeste (em sentido horário):
1 • Maranhão, 2 • Piauí, 3 • Ceará, 4 • Rio Grande do Norte, 5 • Paraíba, 6 • Pernambuco, 7 • Alagoas, 8 • Sergipe e 9 • Bahia
A área do Nordeste brasileiro é de aproximadamente 1.558.196 km², equivalente a 18% do território nacional e é a região que possui a maior costa litorânea. Um fato interessante é que a região possui os estados com a maior e a menor costa litorânea, respectivamente Bahia, com 932 km de litoral e Piauí, com 60 km de litoral. A região toda possui 3.338 km de praias.
Está situado entre os paralelos de 01° 02' 30" de latitude norte e 18° 20' 07" de latitude sul e entre os meridianos de 34° 47' 30" e 48° 45' 24" a oeste do meridiano de Greenwich. Limita-se a norte e a leste com o Oceano Atlântico; ao sul com os estados de Minas Gerais e Espírito Santo e a oeste com os estados do Pará, Tocantins e Goiás.
[editar] Relevo
Uma das características importantes do relevo nordestino é a existência de dois antigos e extensos planaltos, o Borborema e a Bacia do Rio Parnaíba e de algumas áreas altas e planas que formam as chamadas chapadas, como a Diamantina e a Araripe.

Vista do morro Pai Inácio, Chapada Diamantina/BA.
Entre essas regiões ficam algumas depressões, nas quais está localizado o sertão, que é uma região de clima semi-árido.
Segundo o professor Jurandyr Ross, que com sua equipe compilou informações do Projeto Radam (Radar da Amazônia) e mostrou uma divisão do relevo brasileiro mais rica e subdivida em 28 unidades, no Nordeste ficam localizados os já citados Planalto da Borborema e Planaltos e Chapadas da Bacia do Rio Parnaíba, a Depressão Sertaneja e do São Francisco e parte dos Planaltos e Serras do Atlântico-Leste-Sudeste, além das Planícies e Tabuleiros Litorâneos.
[editar] Clima

Praia de Boa Viagem - Recife.
A região Nordeste do Brasil, apresenta temperaturas elevadas cuja média anual varia de 20° a 28°C. Nas áreas situadas acima de 200 metros e no litoral oriental as temperaturas variam de 24° a 26°C. As médias anuais inferiores a 20°C encontram-se nas áreas mais elevadas da Chapada Diamantina e do Planalto da Borborema. O índice de precipitação anual varia de 300 a 2.000 mm. Três dos quatro tipos de climas que existem no Brasil estão presentes no Nordeste, são eles:
Clima Equatorial Úmido: presente em uma pequena parte do estado do Maranhão, na divisa com o Pará;
Clima Litorâneo Úmido: presente do litoral da Bahia ao do Rio Grande do Norte;
Clima Tropical: presente nos estados da Bahia, Ceará, Maranhão e Piauí;
Clima Tropical Semi-árido: presente em todo o sertão nordestino.
[editar] Vegetação

A caatinga, vegetação típica do Sertão nordestino.
A vegetação nordestina é bastante rica e diversificada, vai desde a Mata Atlântica no litoral à Mata dos Cocais no Meio-Norte, ecossistemas como os manguezais, a caatinga, o cerrado, as restingas, dentre outros, possuem fauna e flora exuberantes, diversas espécies endêmicas, uma boa parte da vida no planeta e animais ameaçados de extinção.
Mata Atlântica: também chamada de Floresta tropical úmida de encosta, a mata atlântica estendia-se originalmente do Rio Grande do Norte até o Rio Grande do Sul, em conseqüência dos desmatamentos, que ocorreram em função, principalmente, da indústria açucareira, hoje só resta cerca de 5% da vegetação original, dispersas em "ilhas". Foi na mata atlântica nordestina que começou o processo de extração do pau-brasil.
Mata dos Cocais: formação vegetal de transição entre os climas semi-árido, equatorial e tropical. As espécies principais são o babaçu e a carnaúba, os estados abrangidos por esse tipo de vegetação são o Maranhão, o Piauí, o Rio Grande do Norte, parte do Ceará e o Tocantins na Região Norte. Representa menos de 3% da área do Brasil.
Cerrado: ocupa 25% do território brasileiro, mas no Nordeste só abrange o sul do estado do Maranhão e o oeste da Bahia. Apresenta árvores de baixo porte, com galhos retorcidos, no chão é coberto por gramíneas e apresenta um solo de alta acidez.

Carnaúbas em Quixeré/CE, aquela que é uma das espécies mais importantes da Mata dos Cocais.
Caatinga: vegetação típica do sertão, suas principais espécies são o pereiro, a aroeira, o aveloz e as cactáceas. É uma formação de vegetais xerófitos (vegetais de regiões secas), mas é muito rica ecologicamente.
Vegetação Litorânea e Matas Ciliares: por último, mas não menos importante. Na categoria de vegetação litorânea podemos incluir os mangues, que é um riquíssimo ecossistema, local de moradia e reprodução dos caranguejos e importante para a preservação de rios, lagoas; também podemos incluir as restingas e as dunas que são cenários bem conhecidos do Nordeste; Já as matas ciliares ou matas-galerias são comuns em regiões de cerrados, mas também podem ser vistas na Zona da Mata, são pequenas florestas que acompanham as margens dos rios, onde existe maior concentração de materiais orgânicos no solo, funcionam como uma proteção para os rios e mares.
Uma nota elaborar as perguntas por tópicos de acordo com a turma:
quarta-feira, 13 de junho de 2007
Termos da frase
Termos essenciais da oração
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São chamados de termos da oração as palavras ou grupos de palavras que possuem uma determinada função sintática dentro de uma oração. Já os chamados termos essenciais são dois termos que quase sempre aparecem nos enunciados: o sujeito e o predicado. Num enunciado completo, em geral, se diz algo sobre alguma coisa. No caso, o predicado é o que é dito sobre alguma coisa, que é o sujeito da oração. Exemplo: A Wikipédia é uma excelente fonte de informação. Nesse exemplo, algo foi dito (é uma excelente fonte de informação) sobre alguma coisa (A Wikipédia); temos assim predicado e sujeito, respectivamente. Como foi dito, sujeito e predicado aparecem na maior parte dos enunciados lingüisticos, e são por isso tratados como termos essenciais. Contudo, pode ocorrer enunciados sem sujeito, caracterizando deste modo o predicado como o único termo que aparece em literalmente todos os enunciados.
Índice [esconder]
1 Sujeito
1.1 Mais alguns exemplos
1.2 Tipos de Sujeito
1.2.1 Sujeito Simples
1.2.2 Sujeito Composto
1.2.3 Sujeito Desinencial ou Implícito ou Oculto ou elíptico
1.2.4 Sujeito Indeterminado
1.3 Orações Sem Sujeito
2 Predicado
2.1 Predicado Verbal
2.2 Predicado Nominal
2.3 Predicado Verbo-Nominal / Predicado Verbonominal
[editar] Sujeito
Segundo uma tradição iniciada por Aristóteles, toda oração pode ser dividida em dois constituintes principais: o sujeito e o predicado. Em português, o sujeito rege a terminação verbal em número e pessoa e é marcado pelo caso reto quando são usados os pronomes pessoais. As regras de regência do sujeito sobre o verbo são denominadas concordância verbal. Na frase, Nós vamos ao teatro., vamos é uma forma do verbo "ir" da primeira pessoa do plural que concorda com o sujeito nós. Veja abaixo uma tabela com as formas do verbo "ir" segundo pessoa e número.
Formas do Verbo "Ir" 1.ª Pessoa Singular vou vá ia irei iria fui for fora fosse
2.ª Pessoa Singular vais vás ias irás irias foste fores foras fosses
3.ª Pessoa Singular vai vá ia irá iria foi for fora fosse
1.ª Pessoa Plural vamos vamos íamos iremos iríamos fomos formos fôramos fôssemos
2.ª Pessoa Plural vades vades íeis irdes iríeis fostes fordes fôreis fôsseis
3.ª Pessoa Plural vão vão iam irem iriam foram forem foram fossem
Pronomes Pessoais no Caso Reto 1.ª Pessoa Singular eu
2.ª Pessoa Singular tu
3.ª Pessoa Singular ele, ela, você, a gente
1.ª Pessoa Plural nós
2.ª Pessoa Plural vós
3.ª Pessoa Plural eles, elas, vocês
Para os verbos que denotam ação, freqüentemente o sujeito da voz ativa é o constituinte da oração que designa o ser que pratica a ação e o da voz passiva é o que sofre suas conseqüências. Sob outra tradição, o sujeito (psicológico) é o constituinte do qual se diz alguma coisa. Segundo Bechara, "É o termo da oração que indica a pessoa ou a coisa de que afirmamos ou negamos uma ação ou qualidade".
[editar] Mais alguns exemplos
O pássaro voa. - Os pássaros voam.
O menino brinca. - Os meninos brincam.
Pedro saiu cedo. - Os jovens saíram.
O livro é bom. - Os livros são bons.
Didaticamente, fazemos uma pergunta antes do verbo: Quem é que? ou Que é que? ― e teremos a resposta; esta resposta será o sujeito.
"O menino brinca." Quem é que brinca? O menino. Logo, o menino é o sujeito da frase.
"O livro é bom." Que é que é bom? O livro. Logo, o livro é o sujeito da frase.
[editar] Tipos de Sujeito
O sujeito pode ser, segundo a Nomenclatura Gramatical Brasileira (NGB), classificado em simples, composto, indeterminado, desinencial ou implícito e inexistente. Nesse último caso, temos o que se convencionou chamar de oração sem sujeito.
[editar] Sujeito Simples
Sujeito simples é o sujeito que apresenta tão-somente um só núcleo representativo.
"Eu falo."
"O garoto joga bola."
"A árvore é grande."
"Aquilo é terra benta." (José Cândido de Carvalho)
"Qual é o caminho/ que leva ao teu país." (Ribeiro Couto)
Atenção ao seguinte caso:
"Estudamos muito."
Muitas vezes se analisa o sujeito dessa oração como sujeito oculto ou sujeito desinencial. Porém, segundo a NGB, tem-se sujeito simples "Nós", o qual sabemos porque está subentendido na desinência verbal.
Outros exemplos:
falamos, falais, falarás
brincamos, brincais, brincarás
estudamos, estudais, estudarás
Nos três casos, temos sujeito simples, respectivamente em cada série: nós, vós e tu. Podemos achar o sujeito pela desinência verbal: "-mos" indica a 1ª pessoa do plural, "-ais" indica 2ª pessoa do plural e "-ás" denota segunda pessoa do singular.
Vale lembrar que na frase Alguém bateu à porta., o sujeito, apesar de semanticamente indeterminado, é um sujeito simples: alguém. Subentende-se, nesse caso, alguma pessoa.
O sujeito pode ser representado por uma oração. Trata-se da oração subordinada substantiva subjetiva, que exerce a função de sujeito da oração principal.
É bom que estudem
A oração "que estudem" é uma oração subordinada substantiva subjetiva e é o sujeito da oração "é bom".
[editar] Sujeito Composto
É o sujeito que tem mais de um núcleo representativo.
Pedro e Paulo são irmãos.
Paula e Carla fizeram compras no sábado.
Maria e Josefa trabalham juntas.
Heider e Camila estão namorando.
O sujeito também pode vir posposto ao verbo:
Saíram Pedro e Paulo.
Saiu Pedro e Paulo.
Note que, no segundo caso, o verbo "saiu" concorda com o sujeito "Pedro", mais próximo a ele. Isso é permitido apenas quando o sujeito composto está posposto ao verbo; chama-se concordância atrativa.
[editar] Sujeito Desinencial ou Implícito ou Oculto ou elíptico
Sujeito oculto, elíptico ou desinencial é aquele que não vem expresso na oração, mas pode ser facilmente identificado pela desinência do verbo.
Fechei a porta.
Quem abriu a porta?
Apesar do sujeito não estar expresso, pode ser identificado na oração: Fechei a porta Eu. E na frase Quem abriu a porta?, o identificado é ele.
Obs.: As classificações do sujeito, em Língua Portuguesa, são apenas três: simples, composto e indeterminado. Dar o nome de Sujeito desinencial, elíptico ou implícito não equivale a classificar o sujeito, mas somente determinar a forma como o sujeito simples se apresenta dentro da estrutura sintática. No mais, a classificação Sujeito Oculto foi abolida, por questões técnico-formais e lingüistico-gramaticais, passando a denominar-se Sujeito Simples Desinencial, uma vez que se pode determiná-lo através dos morfemas lexicais terminativos das formas verbais, situação na qual, para indicar que o sujeito se encontra elíptico usa a forma pronominal reta equivalente à pessoa verbal entre parênteses. Assim, na estrutura sintática: "Choramos todos os dias", para indicar o sujeito simples subentendido na forma verbal, colocamo-lo entre parênteses da seguinte forma: (Nós)= Sujeito Simples Desinencial.
[editar] Sujeito Indeterminado
Sujeito indeterminado é o que não se nomeia ou por não se querer ou por não se saber fazê-lo. Podemos dizer que o sujeito é indeterminado quando o verbo não se refere a uma pessoa determinada, ou por se desconhecer quem executa a ação ou por não haver interesse no seu conhecimento. Aparecerá a ação, mas não há como dizer quem a pratica ou praticou.
Há duas maneiras de identificar um sujeito indeterminado:
a) O verbo se encontra na 3ª pessoa do plural.
Dizem que eles não vão bem.
Estão chamando o rapaz...
Falam de tudo e de todos.
Falaram por aí...
Disseram que ele morreu.
b) Com um Verbo Transitivo Indireto, somente na 3ª pessoa do singular, mais a partícula se.
Precisa-se de livros. (Quem precisa, precisa de alguma coisa → verbo transitivo indireto)
Necessita-se de amigos. (Quem necessita, necessita de alguma coisa → verbo transitivo indireto)
A palavra se é um índice de indeterminação do sujeito, pois não se pode dizer quem precisa ou quem necessita.
Cuidado! Caso você encontre frases com Verbo Transitivo Direto:
Compram-se carros. (Quem compra, compra alguma coisa → verbo transitivo direto)
Vende-se casa. (Quem vende, vende alguma coisa → verbo transitivo direto)
Não se caracteriza sujeito indeterminado, pois nos casos de VTD, a partícula "se" exerce a função de partícula apassivadora e a frase se encontra na voz passiva sintética. Transpondo as frases para a voz passiva analítica, teremos:
Carros são comprados (sujeito: "Carros");
Casa é vendida (sujeito: "Casa").
c) Com um Verbo Intransitivo, somente na 3ª pessoa do singular, mais a palavra se, índice de indeterminação do sujeito.
Vive-se feliz, aqui.
Aqui se dorme muito bem.
[editar] Orações Sem Sujeito
--------------------------------------------------------------------------------
Observação: Dar o nome de Oração sem Sujeito ('OSS) não se constitui, formalmente, classificação do sujeito, mas da oração enquanto estrutura lingüística desprovida de sujeito. Aliás, se fosse classificação do sujeito, constituir-se-ia uma aberração uma vez que estaríamos nomeando algo que não existe, o que revelaria sandice.
Há verbos que não têm sujeito, ou este é nulo. A língua desconhece a existência de sujeito de tais verbos. Uma oração é sem sujeito quando o verbo está na terceira pessoa do singular, sobretudo os seguintes:
1. Com os verbos que indicam fenômenos da natureza, tais como anoitecer, trovejar, nevar, escurecer, chover, relampejar...
Trovejou muito.
Neva no sul do país.
Anoitece tarde no verão.
Chove muito no Amazonas.
Uma observação muito importante é que esses mesmos verbos têm sujeito quando são utilizados em sentido figurado.
2. Com o verbo haver, significando existir.
Ainda há amigos.
Haverá aulas amanhã.
Há bons livros na livraria.
Há gente ali.
Há homens no mar.
Há dois dias que não durmo.
3. Com os verbos fazer, haver e estar indicando tempo, decorrido ou não.
Está quente esta noite.
Faz dez anos que não o vejo.
Faz calor terrível no verão.
Está na hora do recreio.
4. Com o verbo ser indicando tempo.
Era em Londres.
É tarde.
Era uma vez.
Foi em janeiro.
5. Com os verbos ir, vir e passar indicando tempo.
Já passa de um ano... .
Já passa das cinco horas.
Observação importante: existem advérbios que exercem claramente a função sintática de sujeito, a qual é própria de substantivos.
Amanhã é feriado nacional. (O dia de amanhã...)
Aqui já é Vitória (Este lugar...)
Hoje é dia de festa. (O dia de hoje...)
Agora já é noite avançada. (Esta hora...)
Nota: Oração Sem Sujeito também pode ser chamada de OSS.
[editar] Predicado
É tudo aquilo que se diz ou o que se declara sobre sujeito.
O menino compareceu ao baile.
"Um fraco rei faz fraca a forte gente." (Luís Vaz de Camões)
João anda doente.
Importante é frisar que o predicado não é o sujeito, bem como não é tudo aquilo que pertence ao sujeito. Ainda mais, o vocativo e o aposto não são, nem fazem, formalmente, parte de um predicado.
O predicado pode ser nominal, verbal ou verbo-nominal (também escrito verbonominal, (como bem leciona o ilustre mestre Adriano da Gama Cury) que é a fusão dos dois primeiros.
[editar] Predicado Verbal
Possui por núcleo um verbo significativo, também denominado de nocional; ou seja: verbo que exprime ação.
O ministro da Fazenda anunciará um pacote de reajuste de impostos.
O Administrador de redes bloqueou o acesso dos alunos ao Orkut.
Bush invadiu o Iraque, baseando-se em justificativas infundadas.
[editar] Predicado Nominal
Possui por núcleo um sintagma nominal (substantivo ou, normalmente, adjetivo), denominado, sintaticamente, de predicativo do sujeito. Integra esse termo da oração um verbo de ligação, também chamado de verbo não-significativo (uma vez que não expressa ação) ou de verbo relacional.
O acesso à internet banda larga está cada vez mais ao alcance da classe média urbana..
Franco-Dousha é o mais novo fórum lingüístico da atualidade.
Estou com uma vontade louca de comer chocolate!.
[editar] Predicado Verbo-Nominal / Predicado Verbonominal
Este encerra em si mesmo uma união de predicados. Apresenta um verbo significativo (núcleo do predicado verbal) e um predicativo (núcleo do predicado nominal). Portanto, são dois núcleos.
Alegre, ela entrou na sala.
João abaixou os olhos pensativo.
Considero inexeqüível o projeto exposto.
Assim como o sujeito, o predicado é um segmento extraído da estrutura interna das orações sendo, por isso, fruto de uma análise sintática. Isso implica dizer que a noção de predicado só se mostra importante para a caracterização das palavras em termos sintáticos.
Nesse sentido, o predicado revela-se, sintaticamente, o segmento lingüístico onde se estabelece a concordância verbal com outro termo essencial da oração – o sujeito. Não se trata, portanto, de definir o predicado como "aquilo que se diz do sujeito" como o faz gramática tradicional, mas, sim, estabelecer a importância do fenômeno da concordância entre esses dois termos oracionais.
Imperioso frisar, ainda que, na realidade, somente o predicado constitui-se, verdadeiramente, um termo essencial da oração, uma vez que não há oração que não o possua, o mesmo não se pode afirmar quanto ao sujeito que, embora seja classificado pela NGB (Nomenclatura Gramatical Brasileira) como termo essencial, de fato não o é; prova disso é a existência da Oração sem Sujeito (OSS) constituída apenas de predicado.
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Termos_essenciais_da_ora%C3%A7%C3%A3o#Sujeito"
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São chamados de termos da oração as palavras ou grupos de palavras que possuem uma determinada função sintática dentro de uma oração. Já os chamados termos essenciais são dois termos que quase sempre aparecem nos enunciados: o sujeito e o predicado. Num enunciado completo, em geral, se diz algo sobre alguma coisa. No caso, o predicado é o que é dito sobre alguma coisa, que é o sujeito da oração. Exemplo: A Wikipédia é uma excelente fonte de informação. Nesse exemplo, algo foi dito (é uma excelente fonte de informação) sobre alguma coisa (A Wikipédia); temos assim predicado e sujeito, respectivamente. Como foi dito, sujeito e predicado aparecem na maior parte dos enunciados lingüisticos, e são por isso tratados como termos essenciais. Contudo, pode ocorrer enunciados sem sujeito, caracterizando deste modo o predicado como o único termo que aparece em literalmente todos os enunciados.
Índice [esconder]
1 Sujeito
1.1 Mais alguns exemplos
1.2 Tipos de Sujeito
1.2.1 Sujeito Simples
1.2.2 Sujeito Composto
1.2.3 Sujeito Desinencial ou Implícito ou Oculto ou elíptico
1.2.4 Sujeito Indeterminado
1.3 Orações Sem Sujeito
2 Predicado
2.1 Predicado Verbal
2.2 Predicado Nominal
2.3 Predicado Verbo-Nominal / Predicado Verbonominal
[editar] Sujeito
Segundo uma tradição iniciada por Aristóteles, toda oração pode ser dividida em dois constituintes principais: o sujeito e o predicado. Em português, o sujeito rege a terminação verbal em número e pessoa e é marcado pelo caso reto quando são usados os pronomes pessoais. As regras de regência do sujeito sobre o verbo são denominadas concordância verbal. Na frase, Nós vamos ao teatro., vamos é uma forma do verbo "ir" da primeira pessoa do plural que concorda com o sujeito nós. Veja abaixo uma tabela com as formas do verbo "ir" segundo pessoa e número.
Formas do Verbo "Ir" 1.ª Pessoa Singular vou vá ia irei iria fui for fora fosse
2.ª Pessoa Singular vais vás ias irás irias foste fores foras fosses
3.ª Pessoa Singular vai vá ia irá iria foi for fora fosse
1.ª Pessoa Plural vamos vamos íamos iremos iríamos fomos formos fôramos fôssemos
2.ª Pessoa Plural vades vades íeis irdes iríeis fostes fordes fôreis fôsseis
3.ª Pessoa Plural vão vão iam irem iriam foram forem foram fossem
Pronomes Pessoais no Caso Reto 1.ª Pessoa Singular eu
2.ª Pessoa Singular tu
3.ª Pessoa Singular ele, ela, você, a gente
1.ª Pessoa Plural nós
2.ª Pessoa Plural vós
3.ª Pessoa Plural eles, elas, vocês
Para os verbos que denotam ação, freqüentemente o sujeito da voz ativa é o constituinte da oração que designa o ser que pratica a ação e o da voz passiva é o que sofre suas conseqüências. Sob outra tradição, o sujeito (psicológico) é o constituinte do qual se diz alguma coisa. Segundo Bechara, "É o termo da oração que indica a pessoa ou a coisa de que afirmamos ou negamos uma ação ou qualidade".
[editar] Mais alguns exemplos
O pássaro voa. - Os pássaros voam.
O menino brinca. - Os meninos brincam.
Pedro saiu cedo. - Os jovens saíram.
O livro é bom. - Os livros são bons.
Didaticamente, fazemos uma pergunta antes do verbo: Quem é que? ou Que é que? ― e teremos a resposta; esta resposta será o sujeito.
"O menino brinca." Quem é que brinca? O menino. Logo, o menino é o sujeito da frase.
"O livro é bom." Que é que é bom? O livro. Logo, o livro é o sujeito da frase.
[editar] Tipos de Sujeito
O sujeito pode ser, segundo a Nomenclatura Gramatical Brasileira (NGB), classificado em simples, composto, indeterminado, desinencial ou implícito e inexistente. Nesse último caso, temos o que se convencionou chamar de oração sem sujeito.
[editar] Sujeito Simples
Sujeito simples é o sujeito que apresenta tão-somente um só núcleo representativo.
"Eu falo."
"O garoto joga bola."
"A árvore é grande."
"Aquilo é terra benta." (José Cândido de Carvalho)
"Qual é o caminho/ que leva ao teu país." (Ribeiro Couto)
Atenção ao seguinte caso:
"Estudamos muito."
Muitas vezes se analisa o sujeito dessa oração como sujeito oculto ou sujeito desinencial. Porém, segundo a NGB, tem-se sujeito simples "Nós", o qual sabemos porque está subentendido na desinência verbal.
Outros exemplos:
falamos, falais, falarás
brincamos, brincais, brincarás
estudamos, estudais, estudarás
Nos três casos, temos sujeito simples, respectivamente em cada série: nós, vós e tu. Podemos achar o sujeito pela desinência verbal: "-mos" indica a 1ª pessoa do plural, "-ais" indica 2ª pessoa do plural e "-ás" denota segunda pessoa do singular.
Vale lembrar que na frase Alguém bateu à porta., o sujeito, apesar de semanticamente indeterminado, é um sujeito simples: alguém. Subentende-se, nesse caso, alguma pessoa.
O sujeito pode ser representado por uma oração. Trata-se da oração subordinada substantiva subjetiva, que exerce a função de sujeito da oração principal.
É bom que estudem
A oração "que estudem" é uma oração subordinada substantiva subjetiva e é o sujeito da oração "é bom".
[editar] Sujeito Composto
É o sujeito que tem mais de um núcleo representativo.
Pedro e Paulo são irmãos.
Paula e Carla fizeram compras no sábado.
Maria e Josefa trabalham juntas.
Heider e Camila estão namorando.
O sujeito também pode vir posposto ao verbo:
Saíram Pedro e Paulo.
Saiu Pedro e Paulo.
Note que, no segundo caso, o verbo "saiu" concorda com o sujeito "Pedro", mais próximo a ele. Isso é permitido apenas quando o sujeito composto está posposto ao verbo; chama-se concordância atrativa.
[editar] Sujeito Desinencial ou Implícito ou Oculto ou elíptico
Sujeito oculto, elíptico ou desinencial é aquele que não vem expresso na oração, mas pode ser facilmente identificado pela desinência do verbo.
Fechei a porta.
Quem abriu a porta?
Apesar do sujeito não estar expresso, pode ser identificado na oração: Fechei a porta Eu. E na frase Quem abriu a porta?, o identificado é ele.
Obs.: As classificações do sujeito, em Língua Portuguesa, são apenas três: simples, composto e indeterminado. Dar o nome de Sujeito desinencial, elíptico ou implícito não equivale a classificar o sujeito, mas somente determinar a forma como o sujeito simples se apresenta dentro da estrutura sintática. No mais, a classificação Sujeito Oculto foi abolida, por questões técnico-formais e lingüistico-gramaticais, passando a denominar-se Sujeito Simples Desinencial, uma vez que se pode determiná-lo através dos morfemas lexicais terminativos das formas verbais, situação na qual, para indicar que o sujeito se encontra elíptico usa a forma pronominal reta equivalente à pessoa verbal entre parênteses. Assim, na estrutura sintática: "Choramos todos os dias", para indicar o sujeito simples subentendido na forma verbal, colocamo-lo entre parênteses da seguinte forma: (Nós)= Sujeito Simples Desinencial.
[editar] Sujeito Indeterminado
Sujeito indeterminado é o que não se nomeia ou por não se querer ou por não se saber fazê-lo. Podemos dizer que o sujeito é indeterminado quando o verbo não se refere a uma pessoa determinada, ou por se desconhecer quem executa a ação ou por não haver interesse no seu conhecimento. Aparecerá a ação, mas não há como dizer quem a pratica ou praticou.
Há duas maneiras de identificar um sujeito indeterminado:
a) O verbo se encontra na 3ª pessoa do plural.
Dizem que eles não vão bem.
Estão chamando o rapaz...
Falam de tudo e de todos.
Falaram por aí...
Disseram que ele morreu.
b) Com um Verbo Transitivo Indireto, somente na 3ª pessoa do singular, mais a partícula se.
Precisa-se de livros. (Quem precisa, precisa de alguma coisa → verbo transitivo indireto)
Necessita-se de amigos. (Quem necessita, necessita de alguma coisa → verbo transitivo indireto)
A palavra se é um índice de indeterminação do sujeito, pois não se pode dizer quem precisa ou quem necessita.
Cuidado! Caso você encontre frases com Verbo Transitivo Direto:
Compram-se carros. (Quem compra, compra alguma coisa → verbo transitivo direto)
Vende-se casa. (Quem vende, vende alguma coisa → verbo transitivo direto)
Não se caracteriza sujeito indeterminado, pois nos casos de VTD, a partícula "se" exerce a função de partícula apassivadora e a frase se encontra na voz passiva sintética. Transpondo as frases para a voz passiva analítica, teremos:
Carros são comprados (sujeito: "Carros");
Casa é vendida (sujeito: "Casa").
c) Com um Verbo Intransitivo, somente na 3ª pessoa do singular, mais a palavra se, índice de indeterminação do sujeito.
Vive-se feliz, aqui.
Aqui se dorme muito bem.
[editar] Orações Sem Sujeito
--------------------------------------------------------------------------------
Observação: Dar o nome de Oração sem Sujeito ('OSS) não se constitui, formalmente, classificação do sujeito, mas da oração enquanto estrutura lingüística desprovida de sujeito. Aliás, se fosse classificação do sujeito, constituir-se-ia uma aberração uma vez que estaríamos nomeando algo que não existe, o que revelaria sandice.
Há verbos que não têm sujeito, ou este é nulo. A língua desconhece a existência de sujeito de tais verbos. Uma oração é sem sujeito quando o verbo está na terceira pessoa do singular, sobretudo os seguintes:
1. Com os verbos que indicam fenômenos da natureza, tais como anoitecer, trovejar, nevar, escurecer, chover, relampejar...
Trovejou muito.
Neva no sul do país.
Anoitece tarde no verão.
Chove muito no Amazonas.
Uma observação muito importante é que esses mesmos verbos têm sujeito quando são utilizados em sentido figurado.
2. Com o verbo haver, significando existir.
Ainda há amigos.
Haverá aulas amanhã.
Há bons livros na livraria.
Há gente ali.
Há homens no mar.
Há dois dias que não durmo.
3. Com os verbos fazer, haver e estar indicando tempo, decorrido ou não.
Está quente esta noite.
Faz dez anos que não o vejo.
Faz calor terrível no verão.
Está na hora do recreio.
4. Com o verbo ser indicando tempo.
Era em Londres.
É tarde.
Era uma vez.
Foi em janeiro.
5. Com os verbos ir, vir e passar indicando tempo.
Já passa de um ano... .
Já passa das cinco horas.
Observação importante: existem advérbios que exercem claramente a função sintática de sujeito, a qual é própria de substantivos.
Amanhã é feriado nacional. (O dia de amanhã...)
Aqui já é Vitória (Este lugar...)
Hoje é dia de festa. (O dia de hoje...)
Agora já é noite avançada. (Esta hora...)
Nota: Oração Sem Sujeito também pode ser chamada de OSS.
[editar] Predicado
É tudo aquilo que se diz ou o que se declara sobre sujeito.
O menino compareceu ao baile.
"Um fraco rei faz fraca a forte gente." (Luís Vaz de Camões)
João anda doente.
Importante é frisar que o predicado não é o sujeito, bem como não é tudo aquilo que pertence ao sujeito. Ainda mais, o vocativo e o aposto não são, nem fazem, formalmente, parte de um predicado.
O predicado pode ser nominal, verbal ou verbo-nominal (também escrito verbonominal, (como bem leciona o ilustre mestre Adriano da Gama Cury) que é a fusão dos dois primeiros.
[editar] Predicado Verbal
Possui por núcleo um verbo significativo, também denominado de nocional; ou seja: verbo que exprime ação.
O ministro da Fazenda anunciará um pacote de reajuste de impostos.
O Administrador de redes bloqueou o acesso dos alunos ao Orkut.
Bush invadiu o Iraque, baseando-se em justificativas infundadas.
[editar] Predicado Nominal
Possui por núcleo um sintagma nominal (substantivo ou, normalmente, adjetivo), denominado, sintaticamente, de predicativo do sujeito. Integra esse termo da oração um verbo de ligação, também chamado de verbo não-significativo (uma vez que não expressa ação) ou de verbo relacional.
O acesso à internet banda larga está cada vez mais ao alcance da classe média urbana..
Franco-Dousha é o mais novo fórum lingüístico da atualidade.
Estou com uma vontade louca de comer chocolate!.
[editar] Predicado Verbo-Nominal / Predicado Verbonominal
Este encerra em si mesmo uma união de predicados. Apresenta um verbo significativo (núcleo do predicado verbal) e um predicativo (núcleo do predicado nominal). Portanto, são dois núcleos.
Alegre, ela entrou na sala.
João abaixou os olhos pensativo.
Considero inexeqüível o projeto exposto.
Assim como o sujeito, o predicado é um segmento extraído da estrutura interna das orações sendo, por isso, fruto de uma análise sintática. Isso implica dizer que a noção de predicado só se mostra importante para a caracterização das palavras em termos sintáticos.
Nesse sentido, o predicado revela-se, sintaticamente, o segmento lingüístico onde se estabelece a concordância verbal com outro termo essencial da oração – o sujeito. Não se trata, portanto, de definir o predicado como "aquilo que se diz do sujeito" como o faz gramática tradicional, mas, sim, estabelecer a importância do fenômeno da concordância entre esses dois termos oracionais.
Imperioso frisar, ainda que, na realidade, somente o predicado constitui-se, verdadeiramente, um termo essencial da oração, uma vez que não há oração que não o possua, o mesmo não se pode afirmar quanto ao sujeito que, embora seja classificado pela NGB (Nomenclatura Gramatical Brasileira) como termo essencial, de fato não o é; prova disso é a existência da Oração sem Sujeito (OSS) constituída apenas de predicado.
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Termos_essenciais_da_ora%C3%A7%C3%A3o#Sujeito"
sábado, 9 de junho de 2007
Leitura Interpretativa
Navio da Petrobras encalha na Baía de Guanabara
Por volta das 9h deste sábado, um navio modelo Torn Signe encalhou na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, carregado com cerca de 55 mil toneladas de óleo combustível. A informação foi divulgada pela assessoria de imprensa da Petrobras no final desta tarde.
De acordo com a empresa, o incidente com o navio, que foi fretado pela companhia, ocorreu em razão da intensa neblina que atingiu o Rio de Janeiro pela manhã. No entanto, como a embarcação é de casco duplo, o óleo não vazou.
O navio encalhou durante um procedimento normal de ancoragem. Preventivamente, a Petrobras acionou seu plano de contingência e foram cumpridos todos os procedimentos legais, com a comunicação da ocorrência às autoridades competentes e aos órgãos ambientais.
Perguntas:
1-O que houve com o navio modelo Torn Signe?
2-As nove horas da manha do ultimo sábado aconteceu algo ruim para a Baía de Guanabara?
3-Como o texto define o casco do navio?
4-E verdade que 55 mil litros de oleo vazaram do navio?
Por volta das 9h deste sábado, um navio modelo Torn Signe encalhou na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, carregado com cerca de 55 mil toneladas de óleo combustível. A informação foi divulgada pela assessoria de imprensa da Petrobras no final desta tarde.
De acordo com a empresa, o incidente com o navio, que foi fretado pela companhia, ocorreu em razão da intensa neblina que atingiu o Rio de Janeiro pela manhã. No entanto, como a embarcação é de casco duplo, o óleo não vazou.
O navio encalhou durante um procedimento normal de ancoragem. Preventivamente, a Petrobras acionou seu plano de contingência e foram cumpridos todos os procedimentos legais, com a comunicação da ocorrência às autoridades competentes e aos órgãos ambientais.
Perguntas:
1-O que houve com o navio modelo Torn Signe?
2-As nove horas da manha do ultimo sábado aconteceu algo ruim para a Baía de Guanabara?
3-Como o texto define o casco do navio?
4-E verdade que 55 mil litros de oleo vazaram do navio?
Imigrantes no Sudeste
História da Região Sudeste do Brasil
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
História do Brasil
Pré-Colonial (…-1500)
Pindorama | Povoamento | Índios | Tordesilhas
Colônia (1500-1822)
Descobrimento | Caminha
Engenhos | Feitorias | Sesmarias | Capitanias | Pacto Colonial União Ibérica | Franceses | Holandeses | Nassau | Reação | Expulsão Bandeirantes | Sertanismo | Entradas e bandeiras | Tráfico negreiro | Quilombos e Quilombolas Palmares | Ganga Zumba | Zumbi Missões | Guerra Guaranítica | Ciclo da pecuária | Mascates | Emboabas | Ciclo do ouro | Derrama| Inconfidência Mineira | Tiradentes | I. Baiana | I. Carioca | Abertura dos Portos
Império (1822-1889)
Pedro I | Fico | Independência | Primeiro Reinado | Equador | Cisplatina
Abdicação | Regência | Ato Adicional Balaiada | Sabinada | Cabanada | Cabanagem | Malês | Farroupilha | Pedro II | Maioridade | Segundo reinado | Liberais | Praieira | Mauá | Christie | Aguirre | Oribe e Rosas | Guerra do Paraguai | Caxias | Osório | Abolição | Republicanos
República (1889-…)
15 de novembro | Deodoro | Floriano | República da Espada | República Velha | Rebeliões | Coronelismo | Oligarquias | Café-com-Leite | Política dos Governadores | Canudos | Armada Federalista | Ciclo da borracha | Acre | Contestado
Tenentismo | 18 do Forte | Revolução de 1923 | Revolta Paulista de 1924 | Coluna Prestes | Revolução de 1930 | Paulista | Era Vargas | Integralismo | ANL | Intentona | Estado Novo | Força Expedicionária Brasileira | Mar de Lama | Anos JK | Plano de Metas | Reformas de base | Comício da Central | Golpe | Regime Militar | Greves operárias | Diretas Já | Plano Real
Listagens
Capitais | Governantes | Reis | Presidentes | Primeiros-Ministros | Deputados | Senadores | Chanceleres | Governadores Coloniais | Famílias Políticas
Constituições
Mandioca | 1824 | 1891 | 1934 | 1937 | 1946 | 1967 | 1988
Eleições
Presidenciais | Estaduais
Temáticas
Conflitos | Fronteiras | Economia | Militar | Cultura | Educação | Colonização | Escravidão | Catolicismo | Industrialização | Direito do Trabalho | Censura
Regionais
Centro-Oeste | Nordeste | Norte | Sudeste | Sul
Generalidades
Bibliografia | Cronologia | Toponímia | Etimologia | Patrimônio
A história da Região Sudeste do Brasil tem início com a fundação da vila de São Vicente pelos jesuítas portugueses. A partir do século XVII, na região de São Paulo, iniciou-se o fenômeno das bandeiras, que eram expedições pelo interior do Brasil à procura de novas riquezas e de indígenas para serem escravizados. No final do século, os bandeirantes paulistas encontraram pedras preciosas na região de Minas Gerais, dando início ao ciclo do ouro.
Com a mineração, as atenções da Coroa Portuguesa se voltaram para a Região Sudeste, tendo em vista que as plantações de cana-de-açúcar no Nordeste estavam em plena decadência. Ocorreu um grande movimento de pessoas para a região das Minas, e a capital da colônia foi transferida de Salvador para o Rio de Janeiro em 1763. No final do século XVIII a exploração do ouro entrou em decadência.
Ouro Preto, cidade histórica mineira do século XVIII
Em 1808, fugindo da invasão napoleônica, a Família Real Portuguesa se instalou no Rio de Janeiro. A época foi marcada por diversas mudanças econômicas na Região, com a abertura dos portos para as nações amigas no mesmo ano e a elevação do Brasil à Reino Unido de Portugal e Algarve em 1816. Com a Independência do Brasil em 1822, a Região Sudeste tornou-se o centro financeiro do País. Apoiado pela elite rural do Sudeste, D. Pedro I tornou-se o primeiro Imperador do Brasil, abdicando o trono à favor de seu filho, D. Pedro II em 1830 que, após um conturbado período regencial, assumiu o trono em 1841.
A partir da década de 1840, as plantações de café se espalharam por toda a Região, principalmente no Oeste Paulista, tornando-se a base da economia brasileira. Usou-se, inicialmente, do trabalho escravo mas, com a abolição da escravatura em 1888, a falta de mão-de-obra foi preenchida com a vinda de uma grande massa de imigrantes europeus, principalmente italianos. Em 1889 a Monarquia é derrubada e é proclamada a República, dando início à Política do Café-com-Leite, em que as oligarquias de São Paulo e Minas Gerais se revesavam no poder.
Na década de 1920, com a quebra da bolsa de Nova Iorque, o preço do café despencou no mercado internacional. O presidente Getúlio Vargas iniciou um processo de industrialização em São Paulo que, posteriormente, se espalhou pelos outros estados do Sudeste.
Este artigo é um esboço sobre História. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.
Perguntas:
1-Por que a Região Sudeste se tornou centro financeiro?
2-Na década 1840/1850, qual foi o produto base da economia brasileira?
3-Por que foram chegando imigrantes para o Brasil?
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História do Brasil
Pré-Colonial (…-1500)
Pindorama | Povoamento | Índios | Tordesilhas
Colônia (1500-1822)
Descobrimento | Caminha
Engenhos | Feitorias | Sesmarias | Capitanias | Pacto Colonial União Ibérica | Franceses | Holandeses | Nassau | Reação | Expulsão Bandeirantes | Sertanismo | Entradas e bandeiras | Tráfico negreiro | Quilombos e Quilombolas Palmares | Ganga Zumba | Zumbi Missões | Guerra Guaranítica | Ciclo da pecuária | Mascates | Emboabas | Ciclo do ouro | Derrama| Inconfidência Mineira | Tiradentes | I. Baiana | I. Carioca | Abertura dos Portos
Império (1822-1889)
Pedro I | Fico | Independência | Primeiro Reinado | Equador | Cisplatina
Abdicação | Regência | Ato Adicional Balaiada | Sabinada | Cabanada | Cabanagem | Malês | Farroupilha | Pedro II | Maioridade | Segundo reinado | Liberais | Praieira | Mauá | Christie | Aguirre | Oribe e Rosas | Guerra do Paraguai | Caxias | Osório | Abolição | Republicanos
República (1889-…)
15 de novembro | Deodoro | Floriano | República da Espada | República Velha | Rebeliões | Coronelismo | Oligarquias | Café-com-Leite | Política dos Governadores | Canudos | Armada Federalista | Ciclo da borracha | Acre | Contestado
Tenentismo | 18 do Forte | Revolução de 1923 | Revolta Paulista de 1924 | Coluna Prestes | Revolução de 1930 | Paulista | Era Vargas | Integralismo | ANL | Intentona | Estado Novo | Força Expedicionária Brasileira | Mar de Lama | Anos JK | Plano de Metas | Reformas de base | Comício da Central | Golpe | Regime Militar | Greves operárias | Diretas Já | Plano Real
Listagens
Capitais | Governantes | Reis | Presidentes | Primeiros-Ministros | Deputados | Senadores | Chanceleres | Governadores Coloniais | Famílias Políticas
Constituições
Mandioca | 1824 | 1891 | 1934 | 1937 | 1946 | 1967 | 1988
Eleições
Presidenciais | Estaduais
Temáticas
Conflitos | Fronteiras | Economia | Militar | Cultura | Educação | Colonização | Escravidão | Catolicismo | Industrialização | Direito do Trabalho | Censura
Regionais
Centro-Oeste | Nordeste | Norte | Sudeste | Sul
Generalidades
Bibliografia | Cronologia | Toponímia | Etimologia | Patrimônio
A história da Região Sudeste do Brasil tem início com a fundação da vila de São Vicente pelos jesuítas portugueses. A partir do século XVII, na região de São Paulo, iniciou-se o fenômeno das bandeiras, que eram expedições pelo interior do Brasil à procura de novas riquezas e de indígenas para serem escravizados. No final do século, os bandeirantes paulistas encontraram pedras preciosas na região de Minas Gerais, dando início ao ciclo do ouro.
Com a mineração, as atenções da Coroa Portuguesa se voltaram para a Região Sudeste, tendo em vista que as plantações de cana-de-açúcar no Nordeste estavam em plena decadência. Ocorreu um grande movimento de pessoas para a região das Minas, e a capital da colônia foi transferida de Salvador para o Rio de Janeiro em 1763. No final do século XVIII a exploração do ouro entrou em decadência.
Ouro Preto, cidade histórica mineira do século XVIII
Em 1808, fugindo da invasão napoleônica, a Família Real Portuguesa se instalou no Rio de Janeiro. A época foi marcada por diversas mudanças econômicas na Região, com a abertura dos portos para as nações amigas no mesmo ano e a elevação do Brasil à Reino Unido de Portugal e Algarve em 1816. Com a Independência do Brasil em 1822, a Região Sudeste tornou-se o centro financeiro do País. Apoiado pela elite rural do Sudeste, D. Pedro I tornou-se o primeiro Imperador do Brasil, abdicando o trono à favor de seu filho, D. Pedro II em 1830 que, após um conturbado período regencial, assumiu o trono em 1841.
A partir da década de 1840, as plantações de café se espalharam por toda a Região, principalmente no Oeste Paulista, tornando-se a base da economia brasileira. Usou-se, inicialmente, do trabalho escravo mas, com a abolição da escravatura em 1888, a falta de mão-de-obra foi preenchida com a vinda de uma grande massa de imigrantes europeus, principalmente italianos. Em 1889 a Monarquia é derrubada e é proclamada a República, dando início à Política do Café-com-Leite, em que as oligarquias de São Paulo e Minas Gerais se revesavam no poder.
Na década de 1920, com a quebra da bolsa de Nova Iorque, o preço do café despencou no mercado internacional. O presidente Getúlio Vargas iniciou um processo de industrialização em São Paulo que, posteriormente, se espalhou pelos outros estados do Sudeste.
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Perguntas:
1-Por que a Região Sudeste se tornou centro financeiro?
2-Na década 1840/1850, qual foi o produto base da economia brasileira?
3-Por que foram chegando imigrantes para o Brasil?
Curiosidades
Curiosidades com números inteiros
12345679 x 9 = 111111111
12345679 x 18 = 222222222
12345679 x 27 = 333333333
12345679 x 36 = 444444444
12345679 x 45 = 555555555
12345679 x 54 = 666666666
12345679 x 63 = 777777777
12345679 x 72 = 888888888
12345679 x 81 = 999999999
9 x 9 + 7 = 88
9 x 98 + 6 = 888
9 x 987 + 5 = 8888
9 x 9876 + 4 = 88888
9 x 98765 + 3 = 888888
9 x 987654 + 2 = 8888888
9 x 9876543 + 1 = 88888888
9 x 98765432 + 0 = 888888888
9 x 1 + 2 = 11
9 x 12 + 3 = 111
9 x 123 + 4 = 1111
9 x 1234 + 5 = 11111
9 x 12345 + 6 = 111111
9 x 123456 + 7 = 1111111
9 x 1234567 + 8 = 11111111
9 x 12345678 + 9 = 111111111
9 x 123456789 + 10 = 1111111111
11 x 11 = 121
111 x 111 = 12321
1111 x 1111 = 1234321
11111 x 11111 = 123454321
111111 x 111111 = 12345654321
1111111 x 1111111 = 1234567654321
11111111 x 11111111 = 123456787654321
111111111 x 111111111 = 12345678987654321
9 x 7 = 63
99 x 77 = 7623
999 x 777 = 776223
9999 x 7777 = 77762223
99999 x 77777 = 7777622223
999999 x 777777 = 777776222223
9999999 x 7777777 = 77777762222223
99999999 x 77777777 = 7777777622222223
1 x 7 + 3 = 10
14 x 7 + 2 = 100
142 x 7 + 6 = 1000
1428 x 7 + 4 = 10000
14285 x 7 + 5 = 100000
142857 x 7 + 1 = 1000000
1428571 x 7 + 3 = 10000000
14285714 x 7 + 2 = 100000000
142857142 x 7 + 6 = 1000000000
1428571428 x 7 + 4 = 10000000000
14285714285 x 7 + 5 = 100000000000
142857142857 x 7 + 1 = 1000000000000
9 x 9 = 81
99 x 99 = 9801
999 x 999 = 998001
9999 x 9999 = 99980001
99999 x 99999 = 9999800001
999999 x 999999 = 999998000001
12 x 12 = 144, 21 x 21 = 441
13 x 13 = 169, 31 x 31 = 961
102x102 = 10404, 201x201 = 40401
103x103 = 10609, 301x301 = 90601
112x112 = 12544, 211x211 = 44521
122x122 = 14884, 221x221 = 48841
99 = 9+8+7+65+4+3+2+1
100 = 1+2+3+4+5+6+7+8×9
134498697 = 1 + 2^3 + 4^5 + 6^7 + 8^9
1000 = 8 + 8 + 8 + 88 + 888
45 = 8+12+5+20, 8+2=12-2=5x2=20÷2=10
100 = 12+20+4+64, 12+4=20-4=4x4=64÷4=16
225 = 1+23+45+67+89, 89-67=67-45=45-23=23-1=22
5^2 + 2^1 = (5-2)^(2+1)
Notação: Para indicar que um número x está elevado a y, escreverei x^y, que é uma notação comum no meio científico.
Introdução aos números inteiros
Na época do Renascimento, os matemáticos sentiram cada vez mais a necessidade de um novo tipo de número, que pudesse ser a solução de equações tão simples como:
x + 2 = 0, 2x + 10 = 0, 4y + 4 = 0
As Ciências precisavam de símbolos para representar temperaturas acima e abaixo de 0º C, por exemplo. Astrônomos e físicos procuravam uma linguagem matemática para expressar a atração entre dois corpos.
Quando um corpo age com uma força sobre outro corpo, este reage com uma força de mesma intensidade e sentido contrário. Mas a tarefa não ficava somente em criar um novo número, era preciso encontrar um símbolo que permitisse operar com esse número criado, de modo prático e eficiente.
Sobre a origem dos sinais
A idéia sobre os sinais vem dos comerciantes da época. Os matemáticos encontraram a melhor notação para expressar esse novo tipo de número. Veja como faziam tais comerciantes:
Suponha que um deles tivesse em seu armazém duas sacas de feijão com 10 kg cada. Se esse comerciante vendesse num dia 8 Kg de feijão, ele escrevia o número 8 com um traço (semelhante ao atual sinal de menos) na frente para não se esquecer de que no saco faltava 8 Kg de feijão.
Mas se ele resolvesse despejar no outro saco os 2 Kg que restaram, escrevia o número 2 com dois traços cruzados (semelhante ao atual sinal de mais) na frente, para se lembrar de que no saco havia 2 Kg de feijão a mais que a quantidade inicial.
Com essa nova notação,os matemáticos poderiam, não somente indicar as quantidades, mas também representar o ganho ou a perda dessas quantidades, através de números, com sinal positivo ou negativo.
O conjunto Z dos Números Inteiros
Definimos o conjunto dos números inteiros como a reunião do conjunto dos números naturais, o conjunto dos opostos dos números naturais e o zero. Este conjunto é denotado pela letra Z (Zahlen=número em alemão). Este conjunto pode ser escrito por:
Z = {..., -4, -3, -2, -1, 0, 1, 2, 3, 4,...}
Exemplos de subconjuntos do conjunto Z
(a) Conjunto dos números inteiros excluído o número zero:
Z* = {..., -4, -3, -2, -1, 1, 2, 3, 4,...}
(b) Conjunto dos números inteiros não negativos:
Z+ = {0, 1, 2, 3, 4,...}
(c) Conjunto dos números inteiros não positivos:
Z- = {..., -4, -3, -2, -1, 0}
Observação: Não existe padronização para estas notações.
Reta Numerada
Uma forma de representar geometricamente o conjunto Z é construir uma reta numerada, considerar o número 0 como a origem e o número 1 em algum lugar, tomar a unidade de medida como a distância entre 0 e 1 e por os números inteiros da seguinte maneira:
12345679 x 9 = 111111111
12345679 x 18 = 222222222
12345679 x 27 = 333333333
12345679 x 36 = 444444444
12345679 x 45 = 555555555
12345679 x 54 = 666666666
12345679 x 63 = 777777777
12345679 x 72 = 888888888
12345679 x 81 = 999999999
9 x 9 + 7 = 88
9 x 98 + 6 = 888
9 x 987 + 5 = 8888
9 x 9876 + 4 = 88888
9 x 98765 + 3 = 888888
9 x 987654 + 2 = 8888888
9 x 9876543 + 1 = 88888888
9 x 98765432 + 0 = 888888888
9 x 1 + 2 = 11
9 x 12 + 3 = 111
9 x 123 + 4 = 1111
9 x 1234 + 5 = 11111
9 x 12345 + 6 = 111111
9 x 123456 + 7 = 1111111
9 x 1234567 + 8 = 11111111
9 x 12345678 + 9 = 111111111
9 x 123456789 + 10 = 1111111111
11 x 11 = 121
111 x 111 = 12321
1111 x 1111 = 1234321
11111 x 11111 = 123454321
111111 x 111111 = 12345654321
1111111 x 1111111 = 1234567654321
11111111 x 11111111 = 123456787654321
111111111 x 111111111 = 12345678987654321
9 x 7 = 63
99 x 77 = 7623
999 x 777 = 776223
9999 x 7777 = 77762223
99999 x 77777 = 7777622223
999999 x 777777 = 777776222223
9999999 x 7777777 = 77777762222223
99999999 x 77777777 = 7777777622222223
1 x 7 + 3 = 10
14 x 7 + 2 = 100
142 x 7 + 6 = 1000
1428 x 7 + 4 = 10000
14285 x 7 + 5 = 100000
142857 x 7 + 1 = 1000000
1428571 x 7 + 3 = 10000000
14285714 x 7 + 2 = 100000000
142857142 x 7 + 6 = 1000000000
1428571428 x 7 + 4 = 10000000000
14285714285 x 7 + 5 = 100000000000
142857142857 x 7 + 1 = 1000000000000
9 x 9 = 81
99 x 99 = 9801
999 x 999 = 998001
9999 x 9999 = 99980001
99999 x 99999 = 9999800001
999999 x 999999 = 999998000001
12 x 12 = 144, 21 x 21 = 441
13 x 13 = 169, 31 x 31 = 961
102x102 = 10404, 201x201 = 40401
103x103 = 10609, 301x301 = 90601
112x112 = 12544, 211x211 = 44521
122x122 = 14884, 221x221 = 48841
99 = 9+8+7+65+4+3+2+1
100 = 1+2+3+4+5+6+7+8×9
134498697 = 1 + 2^3 + 4^5 + 6^7 + 8^9
1000 = 8 + 8 + 8 + 88 + 888
45 = 8+12+5+20, 8+2=12-2=5x2=20÷2=10
100 = 12+20+4+64, 12+4=20-4=4x4=64÷4=16
225 = 1+23+45+67+89, 89-67=67-45=45-23=23-1=22
5^2 + 2^1 = (5-2)^(2+1)
Notação: Para indicar que um número x está elevado a y, escreverei x^y, que é uma notação comum no meio científico.
Introdução aos números inteiros
Na época do Renascimento, os matemáticos sentiram cada vez mais a necessidade de um novo tipo de número, que pudesse ser a solução de equações tão simples como:
x + 2 = 0, 2x + 10 = 0, 4y + 4 = 0
As Ciências precisavam de símbolos para representar temperaturas acima e abaixo de 0º C, por exemplo. Astrônomos e físicos procuravam uma linguagem matemática para expressar a atração entre dois corpos.
Quando um corpo age com uma força sobre outro corpo, este reage com uma força de mesma intensidade e sentido contrário. Mas a tarefa não ficava somente em criar um novo número, era preciso encontrar um símbolo que permitisse operar com esse número criado, de modo prático e eficiente.
Sobre a origem dos sinais
A idéia sobre os sinais vem dos comerciantes da época. Os matemáticos encontraram a melhor notação para expressar esse novo tipo de número. Veja como faziam tais comerciantes:
Suponha que um deles tivesse em seu armazém duas sacas de feijão com 10 kg cada. Se esse comerciante vendesse num dia 8 Kg de feijão, ele escrevia o número 8 com um traço (semelhante ao atual sinal de menos) na frente para não se esquecer de que no saco faltava 8 Kg de feijão.
Mas se ele resolvesse despejar no outro saco os 2 Kg que restaram, escrevia o número 2 com dois traços cruzados (semelhante ao atual sinal de mais) na frente, para se lembrar de que no saco havia 2 Kg de feijão a mais que a quantidade inicial.
Com essa nova notação,os matemáticos poderiam, não somente indicar as quantidades, mas também representar o ganho ou a perda dessas quantidades, através de números, com sinal positivo ou negativo.
O conjunto Z dos Números Inteiros
Definimos o conjunto dos números inteiros como a reunião do conjunto dos números naturais, o conjunto dos opostos dos números naturais e o zero. Este conjunto é denotado pela letra Z (Zahlen=número em alemão). Este conjunto pode ser escrito por:
Z = {..., -4, -3, -2, -1, 0, 1, 2, 3, 4,...}
Exemplos de subconjuntos do conjunto Z
(a) Conjunto dos números inteiros excluído o número zero:
Z* = {..., -4, -3, -2, -1, 1, 2, 3, 4,...}
(b) Conjunto dos números inteiros não negativos:
Z+ = {0, 1, 2, 3, 4,...}
(c) Conjunto dos números inteiros não positivos:
Z- = {..., -4, -3, -2, -1, 0}
Observação: Não existe padronização para estas notações.
Reta Numerada
Uma forma de representar geometricamente o conjunto Z é construir uma reta numerada, considerar o número 0 como a origem e o número 1 em algum lugar, tomar a unidade de medida como a distância entre 0 e 1 e por os números inteiros da seguinte maneira:
Recarga do fuuro
EXAME Um grupo de cientistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT) desenvolveu uma tecnologia de recarga de baterias que dispensa fios e cabos para conectar os aparelhos à fonte de energia. No futuro, o sistema poderá ser utilizado em telefones celulares, notebooks, computadores de mãos e outros aparelhos portáteis. Os pesquisadores também vêem aplicações na construção de robôs que operem sem a necessidade de baterias.
No laboratório, o experimento utilizou uma lâmpada de 60 watts. A energia para acendê-la foi transmitida por meio de ressonância magnética. A tecnologia foi batizada de "WiTricity", em alusão à "wireless electricity" (eletricidade sem fio, em inglês).
Para o coordenador da pesquisa, Marin Soljacic, a tecnologia já está suficientemente testada e chegou o momento de iniciar sua comercialização. Se houver interesse, o sistema poderá chegar ao mercado em poucos anos, afirmou o pesquisador ao americano The Wall Street Journal. A pequenas distâncias, o sistema sem fio apresenta 80% da eficiência do sistema tradicional
PERGUNTAS:
1- O que certo grupo de cientista desenvolveu?
2- Como funciona a nova recarga de baterias?
3-Em laboratório como foram feitos os testes experimentais?
4-Como foi batizado o novo sistema?
5-Qual a sua aplicabilidade?
6-Ele ja e comercial?
No laboratório, o experimento utilizou uma lâmpada de 60 watts. A energia para acendê-la foi transmitida por meio de ressonância magnética. A tecnologia foi batizada de "WiTricity", em alusão à "wireless electricity" (eletricidade sem fio, em inglês).
Para o coordenador da pesquisa, Marin Soljacic, a tecnologia já está suficientemente testada e chegou o momento de iniciar sua comercialização. Se houver interesse, o sistema poderá chegar ao mercado em poucos anos, afirmou o pesquisador ao americano The Wall Street Journal. A pequenas distâncias, o sistema sem fio apresenta 80% da eficiência do sistema tradicional
PERGUNTAS:
1- O que certo grupo de cientista desenvolveu?
2- Como funciona a nova recarga de baterias?
3-Em laboratório como foram feitos os testes experimentais?
4-Como foi batizado o novo sistema?
5-Qual a sua aplicabilidade?
6-Ele ja e comercial?
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Boas vindas
Espero que voce aproveite ess e tempo para se aprimorar mais tanto na leitura, escrita como nos fatos mais atuais
Quem sou eu
- professor alexandre
- rio de janeiro, riode janeiro
- Professor que se interessa sobre os processos de como estudar do aluno